Sinto-me como se estivesse em mar aberto sem nada de solido em redor para me agarrar.
Sinto que preciso de chorar, sinto que preciso de exprimir, sinto que preciso de um ombro que teimo em recusar para fazer isso sozinha e poder dizer que sou forte.
Sei que tenho de fazer isto é, e sempre foi, um treino.
Quando tive de enfrentar situações obrigatoriamente sozinha, não terei ninguém ao meu lado e aí tenho de saber lidar com todas as variáveis de modo adequado.
Sinto me, por vezes, miseravelmente lamechas o que é uma tolice. Acho que é um escape, acumulo muitas situações e acontecimentos em mim, absorvo-os numa tentativa quase perfeita de auto-controlo. Tal perfeição não existe. Existe uma tentação ridícula de querer alcansá-la.
Uma tentativa ridícula por parte de alguns humanos ridiculos como eu.
Tenho medo.