Passei a semana passada num verdadeiro farrapo humano.
É a demonstração de como eu tenho consideração por mim. Procedendo a uma explicação mais especifica, foi a semana das frequências.
quando eu fico obcecada, centrada e focada em algo, não tenho a capacidade de ver mais nada em redor e vou em frente literalmente contra tudo e contra todos.
Detesto quando fico assim, detesto perder a noção, detesto perder o rumo, sendo que com tudo o resto se vai o bom senso. Vejo todos como possíveis atacantes, tenho a necessidade de estar à defesa permanentemente.
Acho que estava demasiado cansada, mas esse argumento não é suficientemente justificativo para o meu comportamento.
Algum equilíbrio por favor.
domingo, 10 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Definitivamente
Eu sou a única pessoa com direito a duvidar de mim mesma.
É um direito que me é reservado, restrito e crucial.
Duvido e duvidarei sempre que necessário, mas só eu, exclusivamente eu.
É um duvida construtiva e benéfica que me preenche, que me constroi e que me é caracteristica.
Lamento se não chega, se não é logico mas simplesmente é e vai sê-lo, sempre que necessário.
É um direito que me é reservado, restrito e crucial.
Duvido e duvidarei sempre que necessário, mas só eu, exclusivamente eu.
É um duvida construtiva e benéfica que me preenche, que me constroi e que me é caracteristica.
Lamento se não chega, se não é logico mas simplesmente é e vai sê-lo, sempre que necessário.
domingo, 3 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Familia
Às vezes ser forte não chega.
Ser lutadora não é suficiente
Às vezes ser fria é a única saída.
Ser lutadora não é suficiente
Às vezes ser fria é a única saída.
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