terça-feira, 30 de março de 2010
Bestial
Ainda nao sei é do que se trata.
Raios me partam à intuição feminina!
Serve-me de muito saber e estar atenta a algo ainda abstrato...
domingo, 28 de março de 2010
I'm Back
quarta-feira, 24 de março de 2010
Sortes
Mal me aproximei das portas de saida quase que embati no Delfim, que estava todo arranjado para o jantar de curso e que ao ver-me sorriu cumprimentando-me acabando por me perguntar:
Então Carla vais ja sair para o jantar? eu vou para cima mais algum pessoal tu podes vir comigo.
Jantar de Curso
Nesta duas noites dormi o maximo de 5 a 6 horas no total. Ando cansada e consequentemente mal humorada.
Hoje foi o meu jantar de curso. Vi as minhas colegas a sair da residencia trajadas prontas para uma noite de divertimento. Será que eu também não merecia provar um bocadinho desse espirito. Parecem coisas futeis mas é o meu actual contexto, o meu actual ambiente, eu devia naturalmente inserir-me nele. Contudo acho que ando sempre demasiado ocupada para isso.
É claro que gostaria de estar presenter, quer dizer isso é obvio.
É obvio que tambem não estou nada feliz por nao o estar a fazer neste momento.
segunda-feira, 22 de março de 2010
21.03.10
Não se categorizam vivências
Por vezes as palavras são diminutas, por vezes a garganta não se quer abrir e deixar sair os pensamentos mais intensos e por vezes a nosso único desejo é de conseguir verbalizá-los condignamente. Verbalizar a intensidade de determinados sentimentos, a beleza de algumas vertentes e certeza de certos pensamentos.
Por vezes sinto-me pequena. Insegura como uma criança, frágil como uma folha no Outono e gelada como um floco de neve. Isso paralisa-me parcialmente. Invade e a minha mente invoca memórias antigas que teimo em não esquecer e que me assolam invariávelmente sem dia nem hora prevista, simplesmente porque sim e porque consigo encontrar catalisadores para isso com uma habilidade mais do que generosa. Nesse momento abraço o meu corpo numa tentativa de juntar todos os pedaços de mim mesma, numa tentativa de consolidação de mim própria. É também nesse momento que as lágrimas caem numa sequência interrupta e absurda.
Quando olho à minha volta e vejo quem está ao meu lado compreendo o como descontextualizada estou ao ter essas memórias. Vejo que o passado unicamente me visita com alguma frequência, não sei se será o contraste de cenários que me faz remeter a tais memórias ou medos. Não sei se é o medo de tais coisas voltarem a acontecer. Não sei se é o medo de aceitar de corpo e alma as novas. Não sei se é uma fase.
A única coisa que sei é que não consegui caracterizá-lo nem rotulá-lo.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Tomar, 18 de Março de 2010
Olá =)
Quero desde já dar a noticia que já esta tudo, bem =) foi um período bastante mau de analises e tempo de repouso mas felizmente como foi depois das frequências não fui muito prejudicada nesse campo.
Agora que começou o segundo semestre ja me encontro preparada para enfrentar o nível e carga de trabalho que me espera. Este semestre ainda está a ser mais trabalhoso que o anterior os aspecto positivos é que já consegui encontrar uma rotina mais constante aqui. As pessoas e o ambiente diferem de Lisboa por isso tive de me habituar, apesar de não ter perdido os hábitos antigos teve de haver uma adaptação.
Acredito que por aí as coisas estejam calmas, nem acredito que exista tempo para mais. Agora sei melhor o que é ter de me dividir em várias para conseguir alcançar tudo, é sem duvida interessante e estimulante mas também cansativo, mas os resultados condensam tudo isso =)
Acho muito bem que tenhas começado a tirar a carta =) eu so estou a pensar faze-lo para o ano, vou agora no próximo mês fazer os 19 aninhos e penso que depois seja uma fase boa para ingressar em tal desafio. Mas também sigo a tua opinião, não sei quando acabarei, primeiro estão os estudos e o resto pode perfeitamente vir depois =)
Quando há Patrícia não tenho tido noticias dela, espero unicamente que esteja tudo bem e encaminhado. Não tens sabido da Alexandra nem da professora Filipa? saudades desses tempos mais "descontraídos".
Entretanto com muito trabalho pela frente daqui a pouco já teremos a ano passado, cada vez mais noto que quanto maior a carga de trabalho menor a percepção que tenho do tempo, às vezes isso é perturbador.
Peço desculpa pela demora da minha resposta =(
Um grande beijinho filhota, tens uma mãe muito orgulhosa de ti.
domingo, 14 de março de 2010
Antagonia
Estão a surgir continuamente, na minha vida, sentimentos e situações às quais eu não tinha qualquer referencia passada. Estou a tentar humildemente estar a altura deles mas não sei até que ponto me estou a sair bem. Para alem das grandes questões filosoficas e de ordem prática que pairam na minha cabeça, de dilemas e questões antagónicas, de pensamentos rebuscados mas com sentido de, analises que espero que estejam bem feitas a verdade é que procuro combater todas as fontes que me possam infringir alguma tipo de dano e o que eu quero dizer com isto é algo muito simples.
Esta fase da minha vida esta a revelar-se, apesar de algumas perdas dolorosas no caminho, uma fase positiva, confortável e... Feliz.
O que quero dizer é que eu estou feliz. Tenho ao meu lado um grande amigo e companheiro.
Onde é que eu já vi alguém ter medo de ser feliz? mas o que eu sei é que é esse o sentimento imperante. Ou tenho uma fobia para com o mundo ou só sou uma pessoa comum com medo de sofrer.
Vamos aderir à resposta mais sensata que, neste caso, é a segunda opção.
p.s acho que estou a ser um tipico ser do sexo feminino -.-! arranjo sempre questoes e "se's" em tudo -.-!
p.s.s ou então é so um pensamento normal quando se está a viver um momento feliz, o medo que ele acabe pode ser um pensamento normal e compreensivel.
p.s.s.s acho que o facto de para uma unica pergunta arranjar varias respostas não é nem muito positivo nem clarificador, mas, foi uma tentativa de tal ter acontecido.
48 Hours
A minha tendência de deixar tudo tratado na Faculdade antes de pôr a mala às costas e "fugir" foi bem conseguida, consegui completar todas as pequenas e insignificantes tarefas da casa e tambem algumas das exigencias relacionadas com o trabalho.
Tudo isto tinha a finalidade de aproveitar bem os dias passados em Lisboa.
Hum...Foi tão bom :)
quarta-feira, 10 de março de 2010
Uma pequena grande boa noticia
Estava mesmo a precisar de um empurraozinho.
Que foi? nao gosto de falhar é so isso...
terça-feira, 9 de março de 2010
Justiça mais-que-perfeita
Pois bem querem uma atitude adulta? pois não vão ter. Vai ser mesmo à menina de cinco anos, como muito boa gente pode pensar.
não me apetece propriamente falar com eles, nem com ninguém.
Dava-me tanto jeito ser um ser bivalve neste momento.
Estou Tao fula, Tao zangada, Tao passada, Tao frustrada.
Bolas, Não bastou o que sofri naquele mês inteiro? Não bastou ter ficado de cama com a cabeça a latejar e o corpo a sofrer mudanças absurdas? Não bastou todos os dias de hospital, analises e injecções? Não bastaram as inúmeras dores? tinha de vir, mesmo, algo mais em consequência disso?
Estou obviamente revoltada, ate o estava mais empenhadamente se tivesse tempo para isso.
Esta noite preciso mesmo de ficar inconsciente, infelizmente nao tenho comigo meios para isso... o que me faz pensar em outras maneiras em que também o resultado era conseguido...mas essas dão mais trabalho e teria de me deslocar ate ao centro da cidade.
Precisava de um saco de boxe, algo que eu pudesse desfazer. Uma bebida quem sabe? a realidade e que fico sempre um ser bastante animado cada vez que me excedo, por isso ate seria uma opção bastante viável e se através dela atingisse o estado de inconsciência total seria perfeito. A verdade que não tenho nenhum desses meios nas redondezas neste momento.
Acho que só preciso de digerir a boa da noticia de hoje de modo mais digno do que este. mas o problema é que não me apetece. Nestes momentos fico mortinha por fazer disparates, não para chamar à atenção, não sou, nem fui mimada nesse sentido. Fazê-lo por mim, afinal de contas, estou farta de cumprir sempre tudo e mais alguma coisa. Estou farta, estas semanas têm sido um verdadeiro teste a minha paciência e serenidade.
O resto de consciência que me resta também já esta saturado.
Neste momento sei que precisava de falar abertamente com alguém, mas não quero... não acho que seja uma escolha acertada. A importância que as pessoas atribuem a um mesmo acontecimento é diferente, sem falar no facto de eu estar a absolutizar a questão. Não quero confrontos neste momento.
Não quero lidar com mais sensibilidades humanas para alem das minhas, a não ser que seja mesmo necessário.
Sempre me esforcei estupidamente par ser perfeita de um especifico ponto de vista.
Tudo sempre foi trabalhoso mas sempre com considerável sucesso ultrapassado.
Diplomas de quadros de honra, uma media bastante confortável e nada havia a dizer sobre o assunto.
sinto-me uma verdadeira Amélia, deplorável mesmo.
p.s a minha colega de quarto neste momento esta radiante por nao ser a unica infeliz por estas bandas.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia 8 de Março
Porque a nova geração de mulheres é: elegante, empenhada, empreendedora, aventureira e liberal.
domingo, 7 de março de 2010
Lisboa 07.03.10
A pessoa de quem falo não se trata meramente de um porto seguro de abrigo, para caraterizá-la levaria muito mais do que umas meras linhas.
É uma pessoa integra, completa, com um lado humano e um sensibilidade enorme.
Acho que unicamente lhe disse que sinto que sinto orgulho nele quando a verdade é que também o admiro.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Sem razão ou com alguma
Sinto que preciso de chorar, sinto que preciso de exprimir, sinto que preciso de um ombro que teimo em recusar para fazer isso sozinha e poder dizer que sou forte.
Sei que tenho de fazer isto é, e sempre foi, um treino.
Quando tive de enfrentar situações obrigatoriamente sozinha, não terei ninguém ao meu lado e aí tenho de saber lidar com todas as variáveis de modo adequado.
Sinto me, por vezes, miseravelmente lamechas o que é uma tolice. Acho que é um escape, acumulo muitas situações e acontecimentos em mim, absorvo-os numa tentativa quase perfeita de auto-controlo. Tal perfeição não existe. Existe uma tentação ridícula de querer alcansá-la.
Uma tentativa ridícula por parte de alguns humanos ridiculos como eu.
Tenho medo.
Porque dói como um ferida que teima em não fechar
Tenho andado sem tempo e ainda bem, ou seja, é sinal que estou a ser produtiva -pelo menos é essa a intenção -
Podendo agora olhar para trás com mais tempo e ponderação, começo a ver que saída de Lisboa não se caracterizou unicamente por aspectos positivos. Houveram também grandes perdas pelo caminho, uma muito grande e que custa muito assimilar. Acho que o meu subconsciente cada vez que tenta desmembrar esse assunto se contrai-se e recusa tal pensamento. A outra explicação é o grande sofrimento que o assunto me causa. Tento então evita-lo e guarda-lo num pequeno recanto do meu ser e esperar que amanha todas as minhas frases sentidas "eu adoro-te e sinto a tua falta" não tenham caído no vazio e tenham causado algum eco na cabeça dela.
É uma espera da qual não tenho grandes expectativas. Embora não perceba o que nos aconteceu só espero um acto de bom senso da sua parte.
Contudo afirmo seguramente que a minha vinda para aqui contribui muito para a minha paz de espírito e satisfação pessoal.
É duro estar longe, mas até que ponto teria sido melhor ficar?
segunda-feira, 1 de março de 2010
Joss Stone, Free me
Don’t tell me that I won’t
I will
Don’t tell me how to think
I fell
Don’t tell me cause I know what’s real
What I can do
Something that you don’t see every day
A little girl who has found her way
In world that tries to take away
All of your dreams
I think there’s one thing I will say to you
That there is nothing that you can’t do
Cause it’s all about your attitude
Don’t let them get to you
E que tal 'fugirmos'?
Tenho a confessar que o fim-de-semana foi passado em Aveiro, não sozinha, mas com uma companhia invejável e que a cada dia que passa amo mais.
Domingo, 29 de Feveiro - Tomar
Não costumo por questões às minhas acções antes de as realizar, entro nelas porque simplesmente tenho a certeza que consigo lidar bem com tudo em geral.
O que está em causa é que existem questões que temos de pôr a nós próprios antes de assumir algo, se as colocamos depois, significa que só toma-mos consciência do peso da realidade nesse momento e isso sim é assustador, paralisante.
Uma paralisia momentânia de uma força esmagadora.






