sábado, 29 de agosto de 2009

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NEVER IS ENOUGH

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

The Gift

e se ao menos tudo fosse igual a ti

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Francisco

Uma boa vida ano é necessariamente uma vida boa.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

sábado, 22 de agosto de 2009

De topo



Há que dizer que depois do Michael Phelps(o meu idolo) este dois, grandes senhores, são os meus preferidos.

Blanca Vlasic
Trey Hardee

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O cada vez mais inexistente: Sentido critico

Existem coisas que nos definem, vivências que nos condicionam e pessoas que nos marcam.

A nossa personalidade é uma consequência destes 3 factores, ela pode ser mudada ou reajustada. Não pelo o facto dos outros acharem que "sim", mas, pelo sentido auto-critico que possuímos ao analisarmos o modo como as nossas acções actuam sobre os outros.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Caracteriza-me



De olhos posto no céu, de olhos postos no futuro e de olhos postos na felicidade.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

The reason why

O facto é que a maioria de nós julga que existe algo de bastante errado consigo mesmo.
A questão é: Do que raio me serve achar que sou diferente?
Ora bem a resposta é simples: De absolutamente nada
Por isso para os colegas que eventualmente possam pensar assim, aconselho vivamente a aproveitar o resto das férias que estão quase a acabar, alem disso está medicamente comprovado que matar os nossos neurónios com problemas, não na realidade não existem, não é uma coisa muito positiva.
Para quê ficar com rugas e com alzeimer antes do tempo?

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O meu melhor amigo

"Wilson: Não tentes ser complacente comigo, eu adoro-te mas isso é ridiculo.Eu ás vezes sou idiota mesmo, não há volta a dar

Carla Joanna: Wilson existem pessoas com as quais temos mesmo de erguer as nossas defesas,e eu nao conheço os teus amigos para poder compreender isso nem as pessoas com as quais lidas.
eu sou a ultima a poder falar"

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Lesionada

O meu timing para os desastres é-mais-que-imperfeito

Three days grace

http://www.youtube.com/watch?v=Xyd28xjri4Q

Um bom grupo, boas vozes e bons intrumentais.
Three days grace

MRP

Nenhum destino se cumpre nem está completo sem um toque de ironia
MRP

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Inquestionável

Já estive mais longe de acreditar que realmente existem coisas que “não têm mesmo de ser”.
Parece que de repente nos deparamos com uma conspiração a nível mundial cujo o objectivo é condicionar da pior forma a nossa vida.
A atitude a tomar é deixar de ter a mania das conspirações, ter uma atitude positiva e adaptarmo-nos á “nova realidade” que nos foi imposta.
Para além disso…quem gosta de aturar pessoas maldispostas?

domingo, 2 de agosto de 2009

Distanciamento

A estrada secundária encontrava-se vazia, perfeita para eu pôr as minhas ideias em ordem. Naquele dia tinha tirado a tarde para praticar algum desporto, tirei a bicicleta da garagem fechei o grande portão da casa e sai. Tinha esperança de que alguma adrenalina me tirasse do estado de apatia em que me encontrava, deparei-me com uma descida longa e bastante acentuada, usei inicialmente as mudanças mais pesadas tinha a necessidade de ganhar a maior velocidade possível. Senti os meus músculos a contraírem-se cada vez e o facto de não ser primeira vez que enfrentava um desnível como aquele fez sentir confiante fazendo uso de toda a minha força de impulso até que atingi a velocidade que pretendia e me senti parcialmente livre dos problemas que habitavam a minha cabeça.
Foi então que um segundo veiculo, um opel de cor cinzenta me ultrapassou de modo inesperado e se colocou á minha frente para fazer uma curva apertada que se encontrava no final da descida que eu efectuava, sabia que o meu travão de traz estava com problemas pelo que se abusa-se demasiado do da frente era imediatamente projectada da bicicleta. Não entrei em pânico sabia bem os factos e as consequências, o primeiro é que ia sem qualquer hipótese de fuga ia embater, o segundo, é que sabia que o tinha de o fazer do melhor modo, de forma a fazer a causar os menores danos possíveis em mim. Não senti qualquer típico de pânico, simplesmente o meu lado racional apoderou-se de mim e consegui fazer a conjugação de força de travão e deslocação do volante perfeitas para e conseguir embater no carro que se encontrava á minha frente de lado.
Não senti nada, foi como se tivesse activado o modo “indolor”. Só quando caí para fora do asfalto consegui perceber, ao tentar levantar-me, que o meu ombro estava arruinado porque o tinha usado como primeira fonte de contacto com o carro. Foi então que desisti e deixei que a dor se começasse a propagar.

Fuga

Acho que chegou a altura de assumir os meus próprios riscos, a altura de começar a aceitar o facto de as coisas não me correrem bem não serem culpa de outros.

Tanto que eu gostava do tempo em que podia culpar os outros pelos meus desastres, agora chegou a altura de eles serem criados por mim e afectarem-me do mesmo modo.

Acho que isto vai ser interessante.

O resumo do final