quarta-feira, 15 de abril de 2009

Inevitável

Os típicos alunos de ciências, organizados, sempre extremamente pontuais, dedicados e nunca admitem que fazem asneira (mesmo quando está num placar (do tipo gigante) que o fizeram.
Pois bem, é uma realidade, somos racionais de um modo que chega a ser obtuso -.-, pomos tudo em causa , adoramos pôr "porquês" em tudo o que nos rodeia e fazemos ante visões do que pode acontecer se realizarmos um determinado acto.
Seguidamente, em função dos "resultados", depois de tudo extremamente bem explicito na nossa cabeça, como uma balança que de um lado tem as vantagens e do outros as desvantagens, em se consequencia desse magnifico utencilio tomamos as nossas decisões.
Vivemos numa tentativa de perfeição que é perfeitamente ridícula, no entanto não conseguimos deixar de o fazer.
Não encaro o modo como agimos de "calculista" apenas (como sempre nos foi incutido), analisamos, reflectimos sobre a analise realizada e executamos.
O ridículo é que isto acontece no dia-a-dia, por exemplo, "medir" o que dizemos, calcular o que a outra pessoa espera de nós, tentar simplesmente não "meter o pé na argola".
E alguns são muito bem sucedidos.
Esta análise reflecte quem me rodeia, não sou o espelho desta descrição, mas que todos os dias tento assumir o controlo e contornar situações que não estão ao meu alcance controlar ou evitar, disso sim sou "culpada"
O que resulta disto tudo? simplesmente um sentimento de frustração.