domingo, 26 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Eu quero acreditar, quero viver e quero dar.
Contudo a natureza humana é muito mais complexa que isso.
As coisas ou pessoas que facilmente nos fazem mais felizes são também as primeiras a devastar-nos.
Torna-se esse o cerne da questão. Só sei que não quero sofrer mas, no entanto, já o estou a fazer.
A confiança que parece adquirida torna-se numa linha demasiado ténue e frágil.
Admito não estou a saber lidar com alguns aspectos, contudo não é por falta de esforço ou empenho, é porque me fazem sofrer bastante. É porque me ferem, atormentam e angustiam demasiado para eu ter capacidade de os ultrapassar.
Eu não preciso de ser apoiada, convencida de nada, ouvir as palavras certas ou de verdades absolutas.
Eu precisava de voltar a acreditar como acreditava.
Contudo a natureza humana é muito mais complexa que isso.
As coisas ou pessoas que facilmente nos fazem mais felizes são também as primeiras a devastar-nos.
Torna-se esse o cerne da questão. Só sei que não quero sofrer mas, no entanto, já o estou a fazer.
A confiança que parece adquirida torna-se numa linha demasiado ténue e frágil.
Admito não estou a saber lidar com alguns aspectos, contudo não é por falta de esforço ou empenho, é porque me fazem sofrer bastante. É porque me ferem, atormentam e angustiam demasiado para eu ter capacidade de os ultrapassar.
Eu não preciso de ser apoiada, convencida de nada, ouvir as palavras certas ou de verdades absolutas.
Eu precisava de voltar a acreditar como acreditava.
As coisas não andam fáceis. Nem em Lisboa nem aqui.
Existe uma sombra que ainda está comigo e que, conveniente, me acompanha nos momentos mais melancólicos.
Tal assunto não foi falado pessoalmente. Mas devia ser. Precisava de ver as expressões, sentir a verdade e a facilidade das palavras que, por serem deste modo proferidas, seriam reais.
Precisava de não ficar bloqueada por um assunto que me arrasa quando surge no meu pensamento
Existe uma sombra que ainda está comigo e que, conveniente, me acompanha nos momentos mais melancólicos.
Tal assunto não foi falado pessoalmente. Mas devia ser. Precisava de ver as expressões, sentir a verdade e a facilidade das palavras que, por serem deste modo proferidas, seriam reais.
Precisava de não ficar bloqueada por um assunto que me arrasa quando surge no meu pensamento
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Eu estou o máximo este início de ano. Não estou minimamente concentrada, motivada e esforço-me bastante para ter interesse.
Olhar para matérias é equivalente a dispersão. Na minha cabeça pairam imagens bem diferentes e que teimam em ficar.
Sinto que estou profundamente errada. Enfrentar isso tem sido tortuoso.
Olhar para matérias é equivalente a dispersão. Na minha cabeça pairam imagens bem diferentes e que teimam em ficar.
Sinto que estou profundamente errada. Enfrentar isso tem sido tortuoso.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Estou a fazer o Wilson sofrer com as minhas partidas e estou a sofrer pelos dois devido às minhas decisões.
Julgava, vejo agora que erradamente, que com o tempo a noção e a vivência da distância seriam mais comodamente assimilados. Contudo, consegui demonstrar-me redondamente errada com as minhas suposições, a dor só aumentou e continua a aumentar.
A única pessoa a quem eu não faria sofrer é àquela que mais notoriamente firo.
Julgava, vejo agora que erradamente, que com o tempo a noção e a vivência da distância seriam mais comodamente assimilados. Contudo, consegui demonstrar-me redondamente errada com as minhas suposições, a dor só aumentou e continua a aumentar.
A única pessoa a quem eu não faria sofrer é àquela que mais notoriamente firo.
domingo, 12 de setembro de 2010
Um ano à distancia
Cristiana, Carlos e Solângela há quatro anos.
Patrícia, Fátima e Paulo há 12 anos.
São estes os motivos basilares pelos quais eu sinto muita falta deles. Saudades.
São todos muito individuais e completamente diferenciados. A Cristiana com a sua sabedoria, sensatez e humildade, o Carlos com a sua insatisfação e bom humor, a Solângela com as suas abordagens nos momentos certos e por fim a patrícia com o seu apoio.
Sinto a sua falta e é muito bom saber que eles estão comigo.
Patrícia, Fátima e Paulo há 12 anos.
São estes os motivos basilares pelos quais eu sinto muita falta deles. Saudades.
São todos muito individuais e completamente diferenciados. A Cristiana com a sua sabedoria, sensatez e humildade, o Carlos com a sua insatisfação e bom humor, a Solângela com as suas abordagens nos momentos certos e por fim a patrícia com o seu apoio.
Sinto a sua falta e é muito bom saber que eles estão comigo.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
As relações não são exclusivamente compostas de momentos fáceis e apetecíveis (como é óbvio para toda a gente!).
A minha está a manter-se, sinto-a a andar sob uma base que já foi mais sólida.
Tenho medo disso.
Tenho medo de dar demais num momento em que estou confusa.
Não com os meus sentimentos mas com os dele.
Esse impasse transtorna-me.
Contudo, vou tentar manter-me confiante e crente. Espero mesmo estar a fazer a coisa certa.
Não merecia uma surpresa desagradável neste momento e não quero perde-lo acima de tudo.
A minha está a manter-se, sinto-a a andar sob uma base que já foi mais sólida.
Tenho medo disso.
Tenho medo de dar demais num momento em que estou confusa.
Não com os meus sentimentos mas com os dele.
Esse impasse transtorna-me.
Contudo, vou tentar manter-me confiante e crente. Espero mesmo estar a fazer a coisa certa.
Não merecia uma surpresa desagradável neste momento e não quero perde-lo acima de tudo.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Isto ainda era no tempo em que eu pensava que existiam palavras que estavam direccionadas a uma grupo restrito de pessoas.
Sinto-me magoada, vazia, sem qualquer tipo de certezas, incrédula, estupefacta e enganada.
Como é que alguém que ousa dizer que ama outrem, ouve e aceita de bom grado palavras que logicamente afectam a pessoa que diz amar.
Para além de contraditório isto é incompatível.
Tenho tentado encontrar a falha que causou este problema e não está nem na pessoa que as proferiu nem na pessoa que as aceitou ouvir. Está nas próprias palavras, mais especificamente, na palavra Amor.
Uma pessoa que diz amar outra tem consciência que aquilo que aceita dos outros tem de ser por vezes filtrado.
O erro esta na aplicação que ele fez da palavra.
Ele não ama a rapariga que diz amar, ele unicamente a quer ao seu lado.
Sinto-me magoada, vazia, sem qualquer tipo de certezas, incrédula, estupefacta e enganada.
Como é que alguém que ousa dizer que ama outrem, ouve e aceita de bom grado palavras que logicamente afectam a pessoa que diz amar.
Para além de contraditório isto é incompatível.
Tenho tentado encontrar a falha que causou este problema e não está nem na pessoa que as proferiu nem na pessoa que as aceitou ouvir. Está nas próprias palavras, mais especificamente, na palavra Amor.
Uma pessoa que diz amar outra tem consciência que aquilo que aceita dos outros tem de ser por vezes filtrado.
O erro esta na aplicação que ele fez da palavra.
Ele não ama a rapariga que diz amar, ele unicamente a quer ao seu lado.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Pé Esquerdo
Vamos ver como corre o segundo ano.
Vim hoje à faculdade tratar da inscrição mas não me parece que vá começar com o pé direito.
Agora já sinto a distância e o cansaço que a mudança de distrito provoca.
Com o passar do tempo quero ganhar ritmo.
Preciso de me concentrar.
Vim hoje à faculdade tratar da inscrição mas não me parece que vá começar com o pé direito.
Agora já sinto a distância e o cansaço que a mudança de distrito provoca.
Com o passar do tempo quero ganhar ritmo.
Preciso de me concentrar.
Assinar:
Comentários (Atom)