terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Lost
Não é algo despropositado na medida que significa que eu realmente o amo.
Tenho de absorver tantos acontecimentos, sentimentos e sensações novas que por vezes sinto-me mesmo perdida.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Divergências
E quando não o são?
espero não vir a saber a resposta
domingo, 27 de dezembro de 2009
Transição
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Estamos assim
Detesto esta vertente de fragilidade. Não têm nada haver comigo.
Mas isto - como todos os eventos - tem o seu lado positivo.
Segundo a Marcia, a minha cara colega de quarto: carla se resolveres tudo sozinha e fores permanentemente autonoma qual o papel das outras pessoas na tua vida? nao percebes que elas tambem te querem ser uteis e auxiliar.te?
Pois a Dona Marcia está coberta de razao. Nisso também concordo.
Eu ainda nao compreendi se sou uma fraca disfarçada de forte ou uma forte disfarçada de fraca.
quando eu descobrir aviso.
p.s o Carlos deu.me noticias, deve ser do natal com certeza "deu-lhe a saudade" mas terá ele disso? hummm. Não me parece.
Tenho pena, colegas durantes tres anos e nao ter construido nada de mais "solido". A dona tania também ajudou no final muito " à festa".
O senhor carlinhos é como o vento...vira.se para onde lhe dá mais jeito.
p.s.s vou ter saudades das minhas colegas de faculdade: dona Rita, Cristiana e Márcia é como a cristiana diz São umas "QUERIDONAS". Têem-me apoioado cada uma à sua maneira, claro, mas sempre.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Sabem... SOU LOIRA
Olho para os livros e é como se não visse nada. Abro os cadernos e é como se não fossem meus.
Adoro esta sensação de estupidez.
Eu sou uma rapariga de ciencias, eu não entendo economia. CREDO EU SOU LOIRA!
eu vou chumbar à cadeira....
vou.me sentir uma idiota quando isso acontecer.
EU ODEIO ECONOMIA
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Tentativa
Mando-te um mail a estas horas porque estou a estudar economia e porque acabei de falar com o wilson e ele disse-me que nao te conseguiu contactar como eu lhe tinha pedido.
o wilson falou-me de passares o natal em lisboa, mas que os teus pais iam para castelo branco. sei que estas a trabalhar e que deves andar muito cansada.
eu vou ai, e se efectivamente, os teus pais forem para castelo branco e se nao tiveres nada combinado com o diogo, nao penses que ficas sozinha no dia de natal. Ficas comigo.
beijinho
adoro.te
e espero que esteja tudo equilibrado
com muitas saudades,
Carla
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Etapas
Existem caminhos que construimos, caminhos pelos quais passámos sozinhos e caminhos que simplesmente se cruzam com os nossos. E nós perante isso, unicamente podemos ficar gratos.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Nickelback
You Never gonna be alone
From this moment on,
if you ever feel like letting go,
I won't let you fall.
When all hope is gone,
I know that you can carry on.
We're gonna see the world out,
I'll hold you 'til the hurt is gone.
Leave this twon
Sinto que não o quero perder, mas sinto que se isso for um cenário eu vou recolher-me, vou agarrar os meus pedaços e afastar-me. Sinto que quero estar à sua altura, sinto que quero estar à minha propria altura, sinto que não o quero desiludir e sinto que não quero desiludir-me a mim mesma.
Sinto que talvez não consiga ultrapassar as minhas condicionantes, se calhar estou confinada a isso mesmo, a singir-me e a guiar-me por elas. Eu não gosto, não quero mas não sei até que ponto o consigo deixar de o fazer. Sinto que não consigo transmitir o que realmente sinto na sua verdadeira grandeza e intensidade e sinto-me mal com isso. Sinto que continua a haver algo de errado comigo e sinto que ele nao merece isso.
Eu sou uma lutadora, não se trata disso.
Eu defendo que todos merecemos ser felizes e encontrar o maior bem-estar. Se eu deixar de ser o ponto de conforto que agora represento não posso fazer nada sobre isso.
Não posso competir com isso.
O meu bem-estar nessa situação? Disso falaremos depois, não importa.
As lagrimas continuam a cair pela minha face de modo expontaneo e ininterrupto, as minhas mãos continuam a tremer quando tentam alcansar algo.
Tudo num silencio completo e imperceptivel aos olhos de terceiros.
Porque até correu - mal x)
A minha dicção e a minha fonética estavam perfeitamente adquadas. Gostei da atençao que me foi dada e aproveitei cada segundo de merecida consideração enquanto alguns me olhavam impávidos.
No final foram me dados os parabéns e reconhecida a minha capacida de liderança e comunicação.
Não me importo de chamar atençao quando estou certa ou pelos meus conhecimentos.
No que diz respeito ao resto a ideia é mesmo passar bem despercebida.
Tenho de desenvolver a fuTura gestora que há em mim =)
sábado, 12 de dezembro de 2009
O caos
Sinto.me mal, sinto-me cansada e sinto que com um toque mais forte me desfaço. Inconscientemente torno-me mais impaciente e exaustiva.
Ao ferir os outros firo-me a mim mesma.
Ao tentar defender-me atinjo-me.
E defender-me do que? nem eu sei. Apenas não controlo isto. É horrivel. Então a fase que se seguirá ào panico é a nao exteriorização e o afastamento e eu tenho medo disso tenho pavor. Existem pessoas que nao quero perder, essa ideia ainda me assusta mais.
Acho que de uma maneira ou de outra nao tenho hipotese.
Às chego mesmo a pensar que a unica pessoa que precisa realmente de ajuda no meio de todos sou eu.
Anda tudo tão calmo ...
Filipe - toca o telemovel - carlinha preciso da tua ajudar ser que me podias dizer x e explicar y e mandar-me z?
Seguidamente
Delfim - atraves de mensagem - olha olá, preciso que me confirmes que vais ao jantar da residencia conosco
Rita - por msn - carla vou te enviar mais documentos e mais tarde fico a espera da tua opinião.
Filipe - ah obrigada x) meu deus estas com um voz tao estranha vá tem calma carlinha bom fim de semana querida.
Eu gosto de estar no controlo da situação mas isto assim é gente a mais, literalmente!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Imcompleta
O meu andar acelerado foi cortado por passos pequenos e vacilantes assim que deixei de avistar o comboio. É uma sensação demasiado dolorosa para quem fica.
Tive de redobrar a minha atenção e adpatar-me rápidamente a ideia que se tropessa-se não teria literalmente ninguem ao meu lado para me auxiliar como acontecera nos dias anteriores.
Sinto-me estranha, afinal de contas parte de mim também partiu naquele comboio.
Situação problema
Quando isto a acontece significa que eu "estou bem" e que tenho capacidade de gerir o que sinto só para mim e que estou no controlo da situação.
Agora a situação mudou. Sinto-me doente, a nivel fisico. E isso nao consigo ocultar de modo facil. A dor começou a generalizar-se e a ficar mais intensa a minha resistencia a ela nao tem sido proporcional e tem diminuido. Cada vez me afecta mais e cada vez se torna mais dificil controla-la.
Preciso de acabar este semestre de modo digno. Preciso de saber ocultar a actual situação dos que me sao proximos, nao quero ninguem em pânico e condicionado por minha causa.
Recursos
eu tenho mesmo, mas mesmo de arranjar um modo de pôr as pessoas a colaborar comigo. Um meio de as cativar. Sinto.me impotente, parva e idiota neste momento.
Tenho de arranjar capacidade de liderança e Carla "adoravel" ficará à porta da sala de aula. Eu preciso de uma Carla que imponha um tipo de compromisso com o outro e que isso o ligue a ela de modo a eu finalmente obter o que quero. QUE É: TRABALHO!
Boa dei em estratega -.- . Tenho de gerir os meus recuros, e nao, ser escrava deles
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Mudanças
Eu tento chegar a todos. Mas nao chega.
Tento fazer o melhor. Mas nao é compreendido
Preocupo.me. Mas dirigo mal essa preocupaçao
E se eu simplesmente deixa-se de ser o que sou?
Deixasse de criar distancias de segurança realmente aqueles que gosto
Deixasse de ser passiva e compreensiva
Deixasse de ouvir
O que quero dizer é que as mudanças recentes que ocorreram na minha vida tem-se vindo a revelar fantasticas, mas até que ponto eu estou adquada a elas?
Tenho a sensaçao que às vezes há algo de errado comigo. Algo que não sei explicar e que sinto que nao quero descobrir do que se trata.
Não ando inspirada, sou prisioneira da minha propria vontade de liberdade.
A Noite
Estou a segurar-me por dentro do melhor modo que posso, desde a noite de ontem quando descobri o nodulo no meu peito. Sei que não estou num grupo de risto tenho uma idade parcialmente reduzida para entrar nas estatisticas contudo, tenho antecedentes familiares. Esse é um ponto. Não quero pensar no assunto, tomei as medidas necessárias e tentei fechá-lo.
O meu psicologico é demasiado bom a manifestar-se sobre o meu fisico. Não me sinto bem, não controlo as minhas mãos quando estas tremem e não me consigo concentrar minimamente.
O que me custa admitir é que estou assustada, ponto, disse.
Nao gosto disso e esse sentimento nao faz parte de mim na maior parte do tempo. É me estranho.





